LEITURAS
TRANSLATOR GOOGLE
sexta-feira, 3 de junho de 2011
LITURGIA DO DIA - 03/06
LEITURAS
quinta-feira, 2 de junho de 2011
LITURGIA DO DIA - 02/06
A tristeza que gera a alegria
Depois de ter derramado a alegria na alma dos Seus discípulos pela promessa que lhes fez de lhes enviar o Espírito Santo, o Salvador entristece-os de novo ao dizer: «Ainda um pouco, e deixareis de Me ver». Age desta forma para os preparar, através desta linguagem triste e severa, para a ideia da Sua próxima separação; porque nada é mais próprio para acalmar a alma mergulhada na tristeza e na aflição, do que o pensamento frequente dos motivos que produziram nela essa tristeza.Eles não compreendiam, quer por causa da tristeza que os impedia de pensar no que Ele lhes dizia, quer por causa da obscuridade das próprias palavras, que pareciam conter duas coisas contraditórias, mas que, na realidade não o eram. Pois se Te vemos, podiam eles dizer, como Te vais embora? E, se Te vais embora, como Te poderemos ver?Nosso Senhor, querendo depois mostrar-lhes que a tristeza gera alegria e, ainda, que aquela tristeza seria curta ao passo que a sua alegria não terá fim, toma a comparação da mulher que dá à luz. Com tal comparação, Ele quer também exprimir, de um modo figurado, que Se libertou dos constrangimentos da morte e que, assim, regenerou o homem novo. E não diz que não haverá tribulação mas que não Se lembrarão dela, tão grande vai ser a alegria que lhe sucederá.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
LITURGIA DO DIA - 01/06/2011
LEITURAS
Livro dos Actos dos Apóstolos 17,15.22-34.18,1.
Os que acompanhavam Paulo levaram-no a Atenas e regressaram, incumbidos de transmitir a Silas e a Timóteo a ordem de irem reunir-se a Paulo o mais rapidamente possível. De pé, no meio do Areópago, Paulo disse, então: «Atenienses, vejo que sois, em tudo, os mais religiosos dos homens. Percorrendo a vossa cidade e examinando os vossos monumentos sagrados, até encontrei um altar com esta inscrição: ‘Ao Deus desconhecido.’ Pois bem! Aquele que venerais sem o conhecer é esse que eu vos anuncio. O Deus que criou o mundo e tudo quanto nele se encontra, Ele, que é o Senhor do Céu e da Terra, não habita em santuários construídos pela mão do homem, nem é servido por mãos humanas, como se precisasse de alguma coisa, Ele, que a todos dá a vida, a respiração e tudo mais. Fez, a partir de um só homem, todo o género humano, para habitar em toda a face da Terra; e fixou a sequência dos tempos e os limites para a sua habitação, a fim de que os homens procurem a Deus e se esforcem por encontrá-lo, mesmo tacteando, embora não se encontre longe de cada um de nós. É nele, realmente, que vivemos, nos movemos e existimos, como também o disseram alguns dos vossos poetas: ‘Pois nós somos também da sua estirpe.’ Se nós somos da raça de Deus, não devemos pensar que a Divindade é semelhante ao ouro, à prata ou à pedra, trabalhados pela arte e engenho do homem. Sem ter em conta estes tempos de ignorância, Deus faz saber, agora, a todos os homens e em toda a parte, que todos têm de se arrepender, pois fixou um dia em que julgará o universo com justiça, por intermédio de um Homem, que designou, oferecendo a todos um motivo de crédito, com o facto de o ter ressuscitado de entre os mortos.» Ao ouvirem falar da ressurreição dos mortos, uns começaram a troçar, enquanto outros disseram: «Ouvir-te-emos falar sobre isso ainda outra vez.» Foi assim que Paulo saiu do meio deles. Alguns dos homens, no entanto, concordaram com ele e abraçaram a fé, entre os quais Dionísio, o areopagita, e também uma mulher de nome Dâmaris e outros com eles. Depois disso, Paulo afastou-se de Atenas e foi para Corinto.
Livro de Salmos 148(147),1-2.11-12ab.12c-14a.14bcd.
Louvai ao SENHOR do alto dos céus; louvai-o nas alturas! Louvai-o, todos os seus anjos; louvai-o, todos os seus exércitos celestes! Louvai-o, reis do mundo e todos os povos; todos os chefes e governantes do mundo; os jovens e as donzelas, os velhos e as crianças! os jovens e as donzelas, os velhos e as crianças! os jovens e as donzelas, os velhos e as crianças! Louvem todos o nome do SENHOR, pois só o seu nome é sublime e a sua glória está acima do céu e da terra! Ele engrandeceu a força do seu povo, Ele é a honra de todos os seus fiéis, dos filhos de Israel, seu povo amigo. Ele engrandeceu a força do seu povo, Ele é a honra de todos os seus fiéis, dos filhos de Israel, seu povo amigo. Ele engrandeceu a força do seu povo, Ele é a honra de todos os seus fiéis, dos filhos de Israel, seu povo amigo. Ele engrandeceu a força do seu povo, Ele é a honra de todos os seus fiéis, dos filhos de Israel, seu povo amigo.
Evangelho segundo S. João 16,12-15.
«Tenho ainda muitas coisas a dizer-vos, mas não sois capazes de as compreender por agora. Quando Ele vier, o Espírito da Verdade, há-de guiar-vos para a Verdade completa. Ele não falará por si próprio, mas há-de dar-vos a conhecer quanto ouvir e anunciar-vos o que há-de vir. Ele há-de manifestar a minha glória, porque receberá do que é meu e vo-lo dará a conhecer. Tudo o que o Pai tem é meu; por isso é que Eu disse: 'Receberá do que é meu e vo-lo dará a conhecer'.»
Comentário ao Evangelho do dia feito por São Gregório de Nazianzo (330-390), bispo, doutor da Igreja Discursó 31, 5A teológica, 25-27; PG 36, 159
«Quando Ele vier, o Espírito da Verdade, há-de guiar-vos para a Verdade completa»
Ao longo dos tempos, duas grandes revoluções abalaram a terra; são elas os dois Testamentos, designamo-las assim. Com uma, os homens passaram da idolatria à Lei; com a outra, passaram os homens da Lei ao Evangelho. Um terceiro acontecimento estava predito: aquele que, aqui em baixo, nos há-de fazer subir às alturas, onde já não haverá movimento nem agitação. Ora aqueles dois Testamentos apresentaram o mesmo carácter [...]: não transformaram tudo de forma repentina, desde o primeiro impulso do seu movimento [...]. Tal assim foi para não nos violentar, mas para nos persuadir. Porque o que é imposto pela força não perdura no tempo [...].O Antigo Testamento manifestou o Pai de forma clara, de forma obscura o Filho. O Novo Testamento revelou o Filho e insinuou a divindade do Espírito. Hoje o Espírito vive entre nós, e dá-Se a conhecer mais claramente. Teria sido arriscado, num tempo em que a divindade do Pai não estava ainda reconhecida, pregar abertamente o Filho, e enquanto a divindade do Filho não estivesse admitida, impor [...] o Santo Espírito. Temer-se-ia que, tal como quem traz o estômago demasiado cheio ou como quem, com olhos ainda fracos, fixa de frente o sol, os crentes se arriscassem a perder aquilo que conseguiriam aguentar, aquilo para que teriam forças. O esplendor da Trindade devia portanto resplandecer por sucessivos desenvolvimentos ou, como diz David, por graduais peregrinações (Sl 83,6) e por uma progressão de glória em glória [...].Acrescentarei ainda esta consideração: o Salvador sabia certas coisas que estimava não poderem estar ao alcance dos discípulos, apesar de todos os ensinamentos que estes já tinham recebido. Pelas razões acima ditas, Ele mantinha essas coisas guardadas. E repetia-lhes que o Espírito, quando viesse, tudo haveria de lhes ensinar.
terça-feira, 31 de maio de 2011
LITURGIA DO DIA - 31/05/2011
A Igreja celebra a festa da Visitação de Nossa Senhora à sua prima Santa Isabel, em Ain-Karin, na Judeia. Isabel estava grávida de São João Baptista, o precursor de Jesus. É o encontro de duas mulheres que celebram jubilosas a vinda de Jesus Salvador: o Reino de Deus, a Boa Nova, as promessas de Deus já estão cumpridas e continuam a cumprir-se no meio dos homens de boa vontade. No seu Evangelho, São Lucas afirma: naqueles dias, Maria pôs-se a caminho para a região montanhosa, dirigindo-se apressadamente a uma cidade de Judá. Entrou na casa de Zacarias e saudou Isabel. Ora, quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança estremeceu no seu ventre e Isabel ficou replecta do Espírito Santo. Com um grande grito, exclamou: "Bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre!" (Lucas 1,39ss.). É o milagre da vida que brota com força e poder e vence o mundo. É a força e o poder da Palavra de Deus que faz a Virgem conceber e permite que aquela que era estéril dê à luz (Lucas 1,30ss.). É por isso que Maria, trazendo Jesus em seu seio, irrompe neste sublime canto de alegria e júbilo que é o "Magnificat" (Lucas 1,46-55).
«Maria pôs-se a caminho»
Parece-me que a atitude da Virgem durante os meses que decorreram entre a Anunciação e a Natividade é o modelo das almas interiores, dos seres que Deus escolheu para viverem no Seu íntimo, no fundo do abismo sem fundo. Em que paz, em que recolhimento Maria se terá entregado a todas as coisas, divinizando as mais banais! Pois a Virgem adorava o dom de Deus através de tudo, o que não a impedia de se entregar aos outros sempre que se tratava de exercer a caridade.O Evangelho diz-nos que «Maria pôs-se a caminho e dirigiu-se à pressa para a montanha, a uma cidade da Judeia. Entrou em casa de Zacarias e saudou Isabel». Nunca a visão inefável que contemplava em si própria diminuiu a sua caridade porque, diz um piedoso autor [Ruusbroeck], se a contemplação «a leva ao louvor, e à eternidade do seu Senhor, ela possui a unidade e não a perderá. Quando lhe chega uma disposição do céu, volta-se para os homens, compadece-se de todas as suas necessidades, inclina-se sobre todas as misérias; é necessário que chore e que fecunde. Ela ilumina como o fogo; como ele, queima, absorve e devora, elevando para o céu o que consumiu. E, depois de realizar a sua acção aqui em baixo, levanta-se e retoma, escaldante com o seu fogo, o caminho das alturas».
segunda-feira, 30 de maio de 2011
LITURGIA DO DIA - 30/05
Livro dos Actos dos Apóstolos 16,11-15.
«Eu apelarei ao Pai e Ele vos dará outro Paráclito para que esteja sempre convosco»
O Espírito prometido pelos profetas desceu sobre o Filho de Deus feito Filho do homem (Mt 3,16); por isso, acostumou-Se com Ele a habitar os homens, a repousar neles, a residir na obra modelada por Deus. E realizava neles a vontade do Pai renovando-os e fazendo-os passar da sua velhice à Boa Nova de Cristo.Foi este Espírito que David pediu para o homem, dizendo: «Cria em mim, ó Deus, um coração puro; renova e dá firmeza ao meu espírito» (Sl 50,14 LXX). Foi também este Espírito que Lucas diz que desceu sobre os discípulos após a ascensão do Senhor, no dia de Pentecostes, com poder sobre todas as nações, para os introduzir na vida e lhes abrir o Novo Testamento. Animados de um mesmo sentimento, os discípulos celebraram os louvores de Deus em todas as línguas, enquanto o Espírito trazia a unidade aos povos separados e oferecia ao Pai as primícias de todas as nações (Act 2).Foi também por isso que o Senhor prometeu enviar-nos um Paráclito que nos reconciliaria com Deus. Tal como com a farinha seca não se pode fazer a massa, nem um só pão sem água, assim também nós, que éramos uma multidão, não poderíamos ser um em Cristo Jesus (1Cor 10,17) sem a Água vinda do céu. Tal como a terra árida não frutifica, a menos que receba a água, também nós, que inicialmente éramos apenas madeira seca, nunca teríamos dado fruto vivo sem a Chuva generosa vinda do alto. Pelo baptismo, os nossos corpos receberam a união com a incorruptibilidade, enquanto as nossas almas a receberam pelo Espírito. É por isso que tanto um como o outro são necessários, dado que os dois contribuem para dar a vida em Deus.
domingo, 29 de maio de 2011
LITURGIA DO DIA - 29/05
LEITURAS
Comentário ao Evangelho do dia feito por São João de Ávila (1499-1569), presbítero Sermão nº 30, 4º sobre o Espírito Santo
«Eu apelarei ao Pai e Ele vos dará outro Paráclito para que esteja sempre convosco»
Da mesma maneira que Jesus Cristo pregava, prega agora o Espírito Santo; da mesma maneira que Ele ensinava, ensina o Espírito Santo; da mesma maneira que Cristo consolava, consola e alegra o Espírito Santo. Que pedes? Que procuras? Que mais queres tu? Ter em ti um conselheiro, um pedagogo, um guardião, alguém que te guia, que te aconselha, que te encoraja, que te encaminha, que te acompanha em tudo! Finalmente, se não perderes a graça, Ele estará de tal modo a teu lado que não poderás fazer, nem dizer, nem pensar em nada que não passe primeiro pela Sua mão e pelo Seu santo conselho. Será para ti um amigo fiel e verdadeiro; não te abandonará se tu não O abandonares.Da mesma maneira que Cristo, durante a Sua vida mortal, fazia grandes curas e espalhava a Sua misericórdia nos corpos daqueles que tinham necessidade d'Ele e O chamavam, assim este Mestre e Consolador opera obras espirituais, nas almas em que habita. [...] Cura os coxos, faz com que os surdos oiçam, dá vista aos cegos, traz de regresso os transviados, ensina os ignorantes, consola os aflitos, encoraja os fracos (cf Mt 15,31). Cristo fazia estas obras santíssimas entre os homens e não podia tê-las feito se não fosse Deus; fazia-as com a natureza humana que tinha assumido e dizemos, portanto, que foram feitas por um Deus-homem. Do mesmo modo, a essas outras obras que o Espírito Santo faz aqui na terra, no coração em que habita, chamamos-lhes obras do Espírito Santo através do homem, aqui considerado como elemento secundário.Não poderemos considerar como infeliz e desafortunado aquele que não possui essa união, aquele que não tem um tal Hóspede em sua casa? [...] Dizei-me, já O recebestes? Já O chamastes? Já O importunastes para que Ele venha? [...] Que Deus esteja connosco! Não sei como [...] podeis viver privados de tão grande bem. Vede todos os bens, todas as graças e misericórdias que Cristo veio fazer aos homens: esse Consolador derrama-as a todas nas nossas almas.
PÁGINAS DO BLOG
* HOME PAGE
* ORAÇÕES
* NOSSA SENHORA DE FÁTIMA
* NOSSA SENHORA DE LAUS
* FREI GALVÃO
*ANO PAULINO
*ANO PAULINO - Apóstolo Paulo
*ANO PAULINO - Comentários
* FALE CONOSCO
LINKS DIRETOS
* REZE O TERÇO ON LINE
* REZEM POR MIM
* Grupo de Oração "Irmão Sol" - Franciscanos
* VIA SACRA - por João Clá Dias
















