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segunda-feira, 11 de abril de 2011

LITURGIA DO DIA - 11/04


Segunda-feira da 5ª semana da Quaresma


Santo do dia : Santo Estanislau, bispo, mártir, +1097, Nossa Senhora dos Prazeres, Beata Elena Guerra, virgem, +1914, Santa Gema Galgani


LEITURAS


Livro de Daniel 13,1-9.15-17.19-30.33-62.


Havia um homem chamado Joaquim, que habitava na Babilónia. Tinha desposado uma mulher de nome Susana, filha de Hilquias, muito bela e piedosa para com o Senhor, pois tinha sido educada pelos pais, que eram justos, de harmonia com a lei de Moisés. Joaquim era muito rico. Contíguo à sua casa, tinha um pomar; e com frequência se reuniam em casa dele os judeus, pois que entre todos os seus compatriotas gozava de particular consideração. Tinham sido nomeados juízes, naquele ano, dois anciãos do povo. A eles justamente se aplicava a palavra do Senhor: «A iniquidade veio da Babilónia, de anciãos e juízes, que passavam por dirigir o povo.» Estas duas personagens frequentavam a casa de Joaquim, onde vinham procurá-los todos os que tinham qualquer contenda. À hora do meio-dia, quando toda esta gente se tinha retirado, Susana ia passear para o jardim do marido. Os dois anciãos viam-na todos os dias, por ocasião do passeio, de maneira que a sua paixão se acendeu por ela. Perderam a justa noção das coisas, afastaram os olhos para não olharem para o céu e não se lembrarem da verdadeira regra de conduta. Um dia, como de costume, chegou Susana, acompanhada apenas por duas criadas, e preparava-se para tomar banho no jardim, pois fazia calor. Não havia aí ninguém senão os dois anciãos que, escondidos, a espiavam. Disse às jovens: «Trazei-me óleo e unguentos e fechai as portas do jardim, para eu tomar banho.» Logo que elas saíram, os dois homens precipitaram-se para junto de Susana e disseram-lhe: «As portas do jardim estão fechadas, ninguém nos vê. Nós ardemos de desejo por ti. Aceita e entrega-te a nós. Se não quiseres, vamos denunciar-te. Diremos que um rapaz estava contigo e que foi por isso mesmo que tu mandaste embora as criadas.» Susana bradou angustiada: «Estou sujeita a aflições de todos os lados! Se faço isso, é para mim a morte. Se não o faço, nem mesmo assim vos escaparei. Mas é preferível para mim cair em vossas mãos sem ter feito nada, do que pecar aos olhos do Senhor.» Susana, então, soltou altos gritos e os dois anciãos gritaram também com ela. E um deles, correndo para as portas do jardim, abriu-as. As pessoas da casa, ao ouvirem esta gritaria, precipitaram-se pela porta traseira para ver o que tinha acontecido. Logo que os anciãos falaram, os criados coraram de vergonha, pois jamais se tinha dito coisa semelhante de Susana. No dia seguinte, os dois anciãos, dominados pelo desejo criminoso contra a vida de Susana, vieram à reunião que tinha lugar em casa de Joaquim, seu marido. Disseram diante de toda a gente: «Que se vá procurar Susana, filha de Hilquias, a mulher de Joaquim!» Foram procurá-la. E veio com os seus pais, os filhos e os membros da sua família. Choravam todos os seus, assim como todos os que a conheciam. Os dois anciãos levantaram-se diante de todo o povo e puseram a mão sobre a cabeça de Susana, enquanto ela, debulhada em lágrimas, mas de coração cheio de confiança no Senhor, olhava para o céu. Disseram então os anciãos: «Quando passeávamos a sós pelo jardim, entrou ela com duas criadas; e depois de ter fechado as portas, mandou embora as criadas. Então, um jovem, que estava lá escondido, aproximou-se e pecou com ela. Encontrávamo-nos a um canto do jardim. Perante semelhante atrevimento, corremos para eles e surpreendemo-los em flagrante delito. Não pudemos ter mão no rapaz, porque era mais forte do que nós, abriu a porta e escapou-se. A ela apanhámo-la; mas, quando a interrogámos para saber quem era esse rapaz, recusou responder-nos. Somos testemunhas disto.» Dando crédito a estes homens, que eram anciãos e juízes do povo, a assembleia condenou Susana à morte. Esta, então, em altos brados disse: «Deus eterno, que sondas os segredos, que conheces os acontecimentos antes que se dêem, Tu sabes que proferiram um falso testemunho contra mim. Vou morrer sem ter feito nada daquilo que maldosamente inventaram contra mim.» Deus ouviu a sua oração. Quando a conduziam para a morte, o Senhor despertou a alma límpida de um rapazinho, chamado Daniel, que gritou com voz forte: «Estou inocente da morte dessa mulher!» Toda a gente se voltou para ele e disse: «Que é que isso quer dizer?» E, dirigindo--se para o meio deles, afirmou: «Israelitas! Estais loucos, para condenardes uma filha de Israel, sem examinardes nem reconhecerdes a verdade? Recomeçai o julgamento, porque é um falso testemunho o que estes dois homens declararam contra ela.» O povo apressou-se a voltar. Os anciãos disseram a Daniel: «Vem, senta-te no meio de nós e esclarece-nos, porque Deus te deu maturidade!» Bradou Daniel: «Separai-os para longe um do outro e eu os julgarei.» Separaram-nos. Daniel, então, chamou o primeiro e disse-lhe: «Velho perverso! Eis que se manifestam agora os pecados que cometeste outrora em julgamentos injustos, ao condenares os inocentes, absolvendo os culpados, quando o Senhor disse: ‘Não farás com que morra o inocente ou o justo.’ Vamos! Se realmente os viste, diz-nos debaixo de que árvore os viste entreterem-se um com o outro.» «Sob um lentisco.» – respondeu. Retorquiu Daniel: «Pois bem! Aí está a mentira, que pagarás com a tua cabeça. Eis que o anjo do Senhor, conforme a sentença divina, te vai rachar a meio!» Afastaram o homem, e Daniel mandou vir o outro e disse-lhe: «Tu és um filho de Canaã e não um judeu. Foi a beleza que te seduziu e a paixão que te perverteu. É assim que sempre tendes procedido com as filhas de Israel, que, por medo, entravam em relação convosco. Uma filha de Judá, porém, não consentiu na vossa perversidade. Vamos, diz-me: sob que árvore os surpreendeste em atitude de se unirem?» «Sob um carvalho.» Respondeu Daniel: «Pois bem! Também tu forjaste uma mentira que te vai custar a vida. Eis que o anjo do Senhor, de espada em punho, se dispõe a cortar-te ao meio, para vos aniquilar.» Logo a multidão deu grandes brados, e bendizia a Deus que salva os que põem nele a sua esperança. Toda a gente, então, se insurgiu contra os dois anciãos que Daniel tinha convencido de falso testemunho, pelas suas próprias declarações e deu-se-lhes o mesmo tratamento que eles tinham infligido ao seu próximo. De harmonia com a lei de Moisés, mataram-nos. Deste modo, foi poupada naquele dia uma vida inocente.


Livro de Salmos 23(22),1-3.4.5.6.


O SENHOR é meu pastor: nada me falta. Leva-me a descansar em verdes prados, conduz me às águas refrescantes. e reconforta a minha alma. Ele me guia por sendas direitas, por amor do seu nome. Ainda que tenha de andar por vales tenebrosos não temerei nenhum mal, porque Vós estais comigo. Para mim preparais a mesa à vista dos meus adversários; com óleo me perfumais a cabeça e o meu cálice transborda. A bondade e a graça hão-de acompanhar-me todos os dias da minha vida, e habitarei na casa do Senhor para todo o sempre.


Evangelho segundo S. João 8,1-11.


Jesus foi para o Monte das Oliveiras. De madrugada, voltou outra vez para o templo e todo o povo vinha ter com Ele. Jesus sentou-se e pôs-se a ensinar. Então, os doutores da Lei e os fariseus trouxeram-lhe certa mulher apanhada em adultério, colocaram-na no meio e disseram-lhe: «Mestre, esta mulher foi apanhada a pecar em flagrante adultério. Moisés, na Lei, mandou-nos matar à pedrada tais mulheres. E Tu que dizes?» Faziam-lhe esta pergunta para o fazerem cair numa armadilha e terem de que o acusar. Mas Jesus, inclinando-se para o chão, pôs-se a escrever com o dedo na terra. Como insistissem em interrogá-lo, ergueu-se e disse-lhes: «Quem de vós estiver sem pecado atire-lhe a primeira pedra!» E, inclinando-se novamente para o chão, continuou a escrever na terra. Ao ouvirem isto, foram saindo um a um, a começar pelos mais velhos, e ficou só Jesus e a mulher que estava no meio deles. Então, Jesus ergueu-se e perguntou-lhe: «Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?» Ela respondeu: «Ninguém, Senhor.» Disse-lhe Jesus: «Também Eu não te condeno. Vai e de agora em diante não tornes a pecar.»


Comentário ao Evangelho do dia feito por Santo Agostinho (354-430), bispo de Hipona (Norte de África) e doutor da Igreja Sermão 13

«Também Eu não te condeno»

Há um salmo que diz: «Deixai-vos instruir, juízes da terra!» (Sl 2,10). Os que julgam a terra são os reis, os governantes, os príncipes, os juízes propriamente ditos. [...] Que eles se instruam, porque se trata da terra que julga a terra, mas ela deve temer Aquele que está no céu. Eles julgam os seus iguais: o homem julga um homem, o mortal, um mortal, o pecador, um pecador. Se Nosso Senhor fizesse ressoar, no meio desses juízes, esta sentença divina: «Que o primeiro que estiver sem pecado, atire a primeira pedra», não começariam a tremer todos aqueles que julgam a terra?Aos fariseus que, para O tentar, Lhe tinham trazido uma mulher surpreendida em adultério [...], Jesus disse: «Vós quereis lapidar esta mulher como está prescrito na Lei. Pois bem, que aquele de vós que estiver sem pecado lhe atire a primeira pedra». Enquanto O questionavam, escrevia na terra, para «instruir a terra»; mas, quando lhes deu esta resposta, levantou os olhos, «olhou para a terra e ela estremeceu» [Sl 104 (103), 32]. Os fariseus, confusos e a tremer, vão-se embora, um após outro. [...]A pecadora ficou só com o Salvador: a doente com o médico, a grande miséria com a grande misericórdia. Olhando para esta mulher, Jesus diz-lhe: «Ninguém te condenou? ─ Ninguém Senhor» [...] Mas ela permanece diante de um juiz que não tem pecado. «Ninguém te condenou? ─ Ninguém Senhor, e, se Tu próprio não me condenares, estou em segurança». Silenciosamente, o Senhor responde a esta inquietação: «Também Eu não te condeno. [...] A voz da consciência impediu os acusadores de te punirem; a misericórdia incita-Me a vir em teu socorro». Meditai nestas verdades e «deixai-vos instruir, juízes da terra».


Fonte: Evangelho Quotidiano

domingo, 11 de abril de 2010

LITURGIA DO DIA 11-04

Santo do dia

2º Domingo da Páscoa (Divina Misericórdia) - Ano C

Segundo Domingo do Tempo Pascal, Domingo da Misericórdia (semana II do saltério)

A liturgia deste Domingo põe em relevo o papel da comunidade cristã como espaço privilegiado de encontro com Jesus ressuscitado.O Evangelho sublinha a ideia de que Jesus vivo e ressuscitado é o centro da comunidade cristã; é à volta dele que a comunidade se estrutura e é dele que ela recebe a vida que a anima e que lhe permite enfrentar as dificuldades e as perseguições. Por outro lado, é na vida da comunidade (na sua liturgia, no seu amor, no seu testemunho), que os homens encontram as provas de que Jesus está vivo.A segunda leitura insiste no motivo da centralidade de Jesus como referência fundamental da comunidade cristã: apresenta-o a caminhar lado a lado com a sua Igreja nos caminhos da história e sugere que é nele que a comunidade encontra a força para caminhar e para vencer as forças que se opõe à vida nova de Deus.A primeira leitura sugere que a comunidade cristã continua no mundo a missão salvadora e libertadora de Jesus; e, quando ela é capaz de o fazer, está a dar testemunho desse Cristo vivo que continua a apresentar uma proposta de redenção para os homens.

Hoje a Igreja celebra : Santo Estanislau, bispo, mártir, +1097, Nossa Senhora dos Prazeres, Beata Elena Guerra, virgem, +1914

LEITURAS

Livro dos Actos dos Apóstolos 5,12-16.

Entretanto, pela intervenção dos Apóstolos, faziam-se muitos milagres e prodígios no meio do povo. Reuniam-se todos no Pórtico de Salomão e, dos restantes, ninguém se atrevia a juntar-se a eles, mas o povo não cessava de os enaltecer. Sempre em maior número, juntavam-se, em massa, homens e mulheres, acreditando no Senhor, a tal ponto que traziam os doentes para as ruas e colocavam-nos em enxergas e catres, a fim de que, à passagem de Pedro, ao menos a sua sombra cobrisse alguns deles. A multidão vinha também das cidades próximas de Jerusalém, transportando enfermos e atormentados por espíritos malignos, e todos eram curados.

Livro de Salmos 118(117),2-4.22-24.25-27.

Diga a casa de Israel: «O seu amor é eterno.» Diga a casa de Aarão: «O seu amor é eterno.» Digam os que crêem no SENHOR: «O seu amor é eterno.» pedra que os construtores rejeitaram veio a tornar-se pedra angular. Isto foi obra do SENHOR e é um prodígio aos nossos olhos. Este é o dia da vitória do SENHOR: cantemos e alegremo-nos nele! SENHOR, salva-nos! SENHOR, dá-nos a vitória! Bendito o que vem em nome do SENHOR! Da casa do SENHOR nós vos abençoamos. SENHOR é Deus; Ele tem-nos iluminado! Entrançai as ramagens de festa até às hastes do altar.

Livro do Apocalipse 1,9-11.12-13.17-19.

Eu, João, que sou vosso irmão e companheiro na perseguição, no Reino e na constância cristã, encontrava-me na ilha de Patmos por causa da Palavra de Deus e do testemunho de Jesus. No dia do Senhor, o Espírito arrebatou-me e ouvi atrás de mim uma voz potente como de trombeta, que dizia: «O que vais ver, escreve-o num livro e envia-o às sete igrejas: à de Éfeso, de Esmirna, de Pérgamo, de Tiatira, de Sardes, de Filadélfia e de Laodiceia.» Voltei-me para ver de quem era a voz que me falava. E, ao voltar-me, vi sete candelabros de ouro; no meio dos candelabros, vi alguém com aparência humana; estava vestido de uma túnica comprida até aos pés e cingido com um cinto de ouro em torno do peito; Ao vê-lo, caí como morto, a seus pés. Mas Ele colocou a mão direita sobre mim, dizendo: «Não tenhas medo!Eu sou o Primeiro e o Último; aquele que vive. Estive morto; mas, como vês, estou vivo pelos séculos dos séculos e tenho as chaves da Morte e do Abismo! Escreve, pois, as coisas que vês, as que estão a acontecer e as que vão acontecer, depois destas.

Evangelho segundo S. João 20,19-31.

Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, com medo das autoridades judaicas, veio Jesus, pôs-se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco!» Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o peito. Os discípulos encheram-se de alegria por verem o Senhor. E Ele voltou a dizer-lhes: «A paz seja convosco! Assim como o Pai me enviou, também Eu vos envio a vós.» Em seguida, soprou sobre eles e disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ficarão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ficarão retidos.» Tomé, um dos Doze, a quem chamavam o Gémeo, não estava com eles quando Jesus veio. Diziam-lhe os outros discípulos: «Vimos o Senhor!» Mas ele respondeu-lhes: «Se eu não vir o sinal dos pregos nas suas mãos e não meter o meu dedo nesse sinal dos pregos e a minha mão no seu peito, não acredito.» Oito dias depois, estavam os discípulos outra vez dentro de casa e Tomé com eles. Estando as portas fechadas, Jesus veio, pôs-se no meio deles e disse: «A paz seja convosco!» Depois, disse a Tomé: «Olha as minhas mãos: chega cá o teu dedo! Estende a tua mão e põe-na no meu peito. E não sejas incrédulo, mas fiel.» Tomé respondeu-lhe: «Meu Senhor e meu Deus!» Disse-lhe Jesus: «Porque me viste, acreditaste. Felizes os que crêem sem terem visto». Muitos outros sinais miraculosos realizou ainda Jesus, na presença dos seus discípulos, que não estão escritos neste livro. Estes, porém, foram escritos para acreditardes que Jesus é o Messias, o Filho de Deus, e, acreditando, terdes a vida nele.

Comentário ao Evangelho do dia feito por Gregório de Narek (c. 944-c. 1010), monge e poeta arménio Livro das orações, nº 33 (a partir da trad. SC 78, p. 206)

«Recebei o Espírito Santo»

Omnipotente, Benfeitor, Amigo dos homens, Deus de todos,Criador dos seres visíveis e invisíveis,Tu que salvas e fortaleces,Tu que curas e pacificas,Espírito poderoso do Pai [...],Tu participas no mesmo trono e na mesma glória,e na acção criadora do Pai [...].Por meio de Ti nos foi reveladaa trindade das Pessoas, na unidade da natureza da Divindade;e Tu és uma destas Pessoas,Tu, o Incompreensível. [...]Moisés Te proclamou Espírito de Deus (Gn 1, 2): a Ti, que planavas sobre as águas,com protecção envolvente, temível e cheia de solicitude;Tu abriste as asas como sinal de auxílio compadecido aos recém-nascidos,revelando-nos assim o mistério da fonte baptismal. [...]Tu criaste, ó Omnipotente, enquanto Senhor,todas as naturezas de tudo quanto existe,todos os seres a partir do nada.Por Ti se renovam pela ressurreiçãotodos os seres por Ti criados,nesse momento que é o último dia da vida nesta terrae o primeiro dia da vida na Terra dos Vivos.Aquele que tem a mesma natureza que Tu,Aquele que é consubstancial ao Pai, o Filho Unigénito,obedeceu-Te, na nossa natureza, como a Seu Pai,unindo a Sua vontade à Tua.Ele Te anunciou como Deus verdadeiro,igual e consubstancial a Seu Pai omnipotente [...]e calou aqueles que a Ti resistiam,esses que combatiam Deus (cf Mt 12, 28),perdoando embora àqueles que se Lhe opunham.Ele é o Justo e o Imaculado, o Salvador de todos,que foi entregue por causa dos nossos pecados,e que ressuscitou para nossa justificação (Rom 4, 25).A Ele a glória por Ti,e a Ti o louvor pelo Pai omnipotente,pelos séculos dos séculos,Ámen.

Fonte: Evangelho Quotidiano